Os lugares e as pessoas com quem aprendi
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| Meu pai Aureliano em sua rotina do sertão |
O que na infância era apenas o menino com quem você brincava de bola ou aquela garota com quem você brincava de boneca, mais tarde vão te fazer refletir sobre os traços que estas pessoas deixaram na sua personalidade.
É simples viver quando se é criança, quando ninguém interrompe essa vereda que vai se transformando em caminho, em estrada. Já ouvi um amigo dizer que o que você se torna é fruto do que viveu de 0 a 6 anos e olhe que pouco lembramos dessa fase.
Na adolescência vamos guardando com mais cuidado as experiências que vivemos, vamos trilhando o caminho e gravando melhor, a paisagem na memória.
Particularmente, tive muitas pessoas que marcaram minha adolescência; tia Ângela, professora Erivanda, tia Osmarina, Valdir Filho e olha que só listei meus professores.
Depois a gente vai tendo contato com novas pessoas e de cada uma delas levamos um pouco do seu modo particular de caminhar.
Minha vida é marcada pelas convivências e partilhas; houve um tempo que eu partilhava a vida com outras vidas um pouco diferentes da minha, mas que vinham do mesmo planeta que eu, de um planeta chamado sonho.
Carrego até hoje características e aprendizagens que tive com Ana Célia, Ana Furtado, Evilene, Gleidciana e Lúcia.
Sem falar nos muitos colegas e amigos com quem convivi no Prece e da faculdade.
Sobre os lugares que já passei, não posso listar por que foram muitos mesmo. Minha infância foi marcada por muitos lugares, meu pai era vaqueiro e mudávamos de fazenda quase todo ano.
Ele me ensinou a valorizar o lugar de onde viemos. Nossa família sempre voltava para a Boa Esperança onde meus pais moram até hoje.
Era a melhor sensação do mundo rever os tios, as primas e pertencer de novo aquele lugar que era meu. Não compreendo como as pessoas podem negar suas origens, esquecer o que já foram por conta do que se tornaram.
O seu lugar é o seu leito, se você renegá-lo nunca terá para onde voltar.
Particularmente, tive muitas pessoas que marcaram minha adolescência; tia Ângela, professora Erivanda, tia Osmarina, Valdir Filho e olha que só listei meus professores.
Depois a gente vai tendo contato com novas pessoas e de cada uma delas levamos um pouco do seu modo particular de caminhar.
Minha vida é marcada pelas convivências e partilhas; houve um tempo que eu partilhava a vida com outras vidas um pouco diferentes da minha, mas que vinham do mesmo planeta que eu, de um planeta chamado sonho.
Carrego até hoje características e aprendizagens que tive com Ana Célia, Ana Furtado, Evilene, Gleidciana e Lúcia.
Sem falar nos muitos colegas e amigos com quem convivi no Prece e da faculdade.
Sobre os lugares que já passei, não posso listar por que foram muitos mesmo. Minha infância foi marcada por muitos lugares, meu pai era vaqueiro e mudávamos de fazenda quase todo ano.
Ele me ensinou a valorizar o lugar de onde viemos. Nossa família sempre voltava para a Boa Esperança onde meus pais moram até hoje.
Era a melhor sensação do mundo rever os tios, as primas e pertencer de novo aquele lugar que era meu. Não compreendo como as pessoas podem negar suas origens, esquecer o que já foram por conta do que se tornaram.
O seu lugar é o seu leito, se você renegá-lo nunca terá para onde voltar.

Realmente lindo. Suas palavras me tocam e também me fazem lembrar do meu lugar.
ResponderExcluirLindo, lindo!! Vejam o quanto é gratificante contribuir para que outros cresçam. Como é maravilhoso ser reconhecida...!!! Bjos.
ResponderExcluirNooooossa! Quanta sensibilidade! Fiquei muito emocionada! Bjs!
ResponderExcluirAurenir, é muito bom olhar para trás e ver o caminho percorrido para chegar onde estamos, o melhor ainda é contar quem faz parte dela conosco.
ResponderExcluirè muito gratificante ver seu crescimento e ver que ainda tem muito o que percorrer e crescer cada vez mais, fico muito feliz com isso. Sucesso...
Com carinho Lucia Gomes (Luma)
Cheguei aqui sem querer, acabei clicando no link do seu blog.
ResponderExcluirSinteticamente, você refez textualmente as suas lutas. A memória é, sem dúvidas,
uma das nossas principais ferramentas para transpormos cada fase, seja ela boa ou ruim. Recordar é se reposicionar como sujeito na história, é ser capaz de autobiografar-se. E isso é identidade. Abraço, Aurenir. Evilásio.
Encontrei seu blog por acaso, gostei. Mas essa questão é mesmo complicada. Há tempos que doutores da área da psicologia, antropologia, psiquiatria não entram em consenso a respeito de identidade/sujeito/psicologia social e individual. O mais triste é quando pessoas que não têm acesso ao conhecimento tentam esconder sua ignorância através da inveja, arrogância, nada mais são do que fracassados e com isso não conseguem entender as escolhas dos outros. Acho que qualquer escolha (desde que não seja ilícita nem fira a moral)é idiossincrática e deve ser respeita a todo custo, uma vez que vivemos num universo de escolhas particulares que se reflete num universo social-coletivo. Seu texto me tocou, acho também isso, e ainda que as origens a divisão celular (do uni ao pluri)e a África dos primórdios...
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